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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Leituras e Releituras para este verão

08.07.19, Olga Cardoso Pinto
Tenho sempre um livro para ler, em qualquer estação, sejam férias ou não! Quando tal não acontece parece que me sinto perdida! Se não há livro novo, releio o que há nas prateleiras! É o caso das minhas escolhas para as leituras de verão: três novidades e duas releituras.  Aqui vão eles: O Invisível de Rui Lage Todos os dias morrem deuses de António Tavares O rapaz escondido de Katherine Marsh Terra Sonâmbula de Mia Couto, a releitura E como estamos no ano em que celebramos (...)

Quando eu morrer quero ser Árvore

04.07.19, Olga Cardoso Pinto
Quando eu morrer quero ser Árvore Quero ser seiva a correr pelas minhas entranhas em direção ao coração do mundo Quero ser vida a ascender aos céus implorando-lhes que me vejam, que me sintam   Quando eu morrer quero ser Árvore Eterna De tronco forte erguendo-me e estendendo meus braços para que neles poisem as aves, façam os ninhos e cantem melodiosamente Para que as chuvas me inundem, dando-me de beber, lavando as minhas folhas e todo o meu ser Para que de mim nasçam os (...)

Pelos Oscares, Valérias e Aylans

26.06.19, Olga Cardoso Pinto
Oscar e Valéria. São os nomes que hoje vimos difundidos pela comunicação social. A imagem chocante dos corpos sem vida, afogados no rio que seria a corrente da mudança nas suas existências, seria o fluir das águas que os levaria para uma vida melhor! Quantos Oscares e Valérias e Aylans perdem a vida nestas imensas vagas de refugiados e migrantes que deixam o seu lar, os seus países em busca de uma vida condigna, onde pais e filhos possam desfrutar de paz, saúde e prosperidade, as (...)

A Janela

17.06.19, Olga Cardoso Pinto
A Janela Desta janela vejo o tempo, a vida e o mundo Vejo a noite que surge, aveludada e fria, a espraiar-se no horizonte Pela cidade, as luzes enfeitam as sombras que vestem os edifícios Calam-se as aves, o rumor das multidões, do trânsito incessante Esses tons quentes do sol que se espreguiçou antes de se dissolver no mar Metamorfosearam-se em violetas e rosas doces, breves… Para deixarem que os céus se tinjam de negro, pintalgados de estrelas tremeluzentes Astros mortos e que (...)

Pelo Ambiente e por Nós

05.06.19, Olga Cardoso Pinto
Hoje é Dia Mundial do Ambiente!  Este dia foi criado pela iniciativa da ONU em 1972 com o objetivo de incentivar a consciência e ação para proteger o meio ambiente. Para 2019 o tema é a poluição do ar. Joyce Msuya, diretora-executiva interina da ONU para o Meio Ambiente, declarou face ao país anfitrião ser a China que a “poluição do ar é um desafio global e urgente que afeta a todos. A China irá, agora, liderar o impulso e estimular a ação global para salvar milhões (...)

Para Agustina

03.06.19, Olga Cardoso Pinto
“O Porto é uma cidade do entardecer e uma presa nocturna. A sua tarde de Inverno, duma palidez que lentamente se tinge de roxo, em que o ar parece filtrar o trémulo dos sinos, o bater das asas das pombas que não se vêem e que se abrigam nas cornijas dos templos, essas tardes sem vento em que os pingos de chuva são trazidos das nuvens, não nos caem em cima, resvalam, voam, desaparecem, são perfeitas, cúmplices e importantes na nossa vida. Mas o escurecer de Verão, quando as (...)

Dia da Criança

01.06.19, Olga Cardoso Pinto
Este primeiro conto infantil hoje partilhado, foi criado por mim há uns bons anos para entreter os meus filhotes, agora dedico-o a todas as crianças neste dia tão especial. Espero que gostem e partilhem. Deixem os vossos comentários, eu agradeço com o mesmo carinho com que partilho esta minha paixão - a escrita e a ilustração!

Ele está por aí!

27.05.19, Olga Cardoso Pinto
Em breve uma novidade aqui no blog: o meu novo projeto! Há uns anos inventado para entreter os meus filhotes e agora nasce físicamente num pequeno conto.

Papoilas para Ti

15.05.19, Olga Cardoso Pinto
  São Papoilas bem vermelhas, São Papoilas de jardim, Desses imensos campos Onde te esqueces de mim!   Estas Papoilas de sangue Que medram nos trigais São o grito de liberdade Para que não me prendas mais!   Somos Papoilas vivas Embaladas pelo vento, Abraçamo-nos de dia E por Ceres, beijamo-nos ao relento!