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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Reflexões

10.01.20, Olga Cardoso Pinto

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Imagem: composição a partir de foto partilhada no facebook de canguru bebé resgatado dos incêndios na Austrália, cujo autor desconheço, assim que seja identificado far-lhe-ei aqui referência

 

"Uma das nossas missões, aqui neste planeta, é sermos os guardiões dos seus habitantes e de toda a diversidade de vidas! Para quê procurar longe o que temos sob os nossos pés, sobre as nossas cabeças e nas nossas mãos? Todo esta filigrana tão graciosamente entrançada é o que faz parte de nós, das nossas almas e da nossa eternidade!"

 

Inspiração

Poesia lírica de Fernando Pessoa

08.01.20, Olga Cardoso Pinto

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No Entardecer da Terra

No entardecer da terra
O sopro do longo Outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.

Soergue as folhas, e pousa
As folhas, e volve, e revolve,
E esvai-se inda outra vez.
Mas a folha não repousa,
E o vento lívido volve
E expira na lividez.

Eu já não sou quem era;
O que eu sonhei, morri-o;
E até do que hoje sou
Amanhã direi, quem dera
volver a sê-lo!... Mais frio
O vento vago voltou.

 

Fernando Pessoa

 

Dia do Leitor

07.01.20, Olga Cardoso Pinto

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Celebra-se hoje o Dia do Leitor.

Para nós leitores, cada livro é uma aprendizagem, uma descoberta, um novo mundo que se abre e revela algo que nos irá melhorar!

O livro é conhecimento, é poder e libertação, no entanto só o será se for lido e como é necessário, direi mesmo urgente, ler! 

Qual ou quais os livros que marcaram as vossas vidas e que recomendariam aos mais jovens?

Um abraço para ti querido leitor e querida leitora do meu blog! 

 

Fazer um ano novo

06.01.20, Olga Cardoso Pinto

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Hoje vi o amanhecer. Um sol radioso num céu azul claro, onde a neblina se espreguiçava lânguida, sem pressas em esfumar-se para o etéreo.
Pássaros acordavam aos poucos, ainda um pouco dormentes neste amanhecer frio.
Ao longe, o ronronar dos motores anunciava que o rebuliço se iniciava nesta segunda-feira banal. As festas, os convívios, os excessos vão ficando ausentes no tempo que se irá desfiar em mais um ano!
Um ano novo em decisões velhas, em tragédias que queimam e devoram, em fome e morte, em perigos de afirmações pessoais e políticas, de guerra e carne para canhão!
Façamos nós um ano novo, nas nossas decisões, nas nossas vidas e famílias, nos nossos atos de cidadania. Um ano novo em solidariedade, compaixão e respeito para com o outro! Sejamos nós, tal como o ano, novos, rejuvenescidos e empreendedores de sentimentos positivos e que façam sentido neste mundo!

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