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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Adiós Quino!

01.10.20, Olga Cardoso Pinto
Na "cavaqueira" com a Mafalda...   A minha homenagem ao cartoonista que tornou em criança a consciência, a crítica e o humor ao nosso mundo. Na minha infância e quando adolescente, gostava de ler a Mafalda e de colorir as vinhetas que eram a preto e branco. Obrigada Quino “Boa noite mundo! Boa noite e até amanhã, mas fique de olho! Tem muita gente irresponsável acordada, viu?” Mafalda

Dia Mundial do Sonho

25.09.20, Olga Cardoso Pinto
Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim. Passou por outras margens, Diversas mais além, Naquelas várias viagens Que todo o rio tem. Chegou onde hoje habito A casa que hoje sou. Passa, se eu me medito; Se desperto, passou. E quem me sinto e morre No que me liga a mim Dorme onde o rio corre — Esse rio sem fim.   Fernando Pessoa, obra édita -1933  

Ilustração de histórias reais

09.09.20, Olga Cardoso Pinto
A Felicidade não me cabe no coração. Ela transborda do meu ser, enleando-se em todos aqueles que contigo partilham o Amor. Vai em volteados como um cordão umbilical enroscar-se em ti, nesse teu pequenino corpo, nessa alma pura e nesse coraçãozinho tão jovem. Aguardo para que possa balançar contigo neste baloiço da vida...   Com Amor para a Benedita    

Feliz Citação

31.08.20, Olga Cardoso Pinto
"No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida". Eça de Queiroz      

Nascer todas as manhãs

15.07.20, Olga Cardoso Pinto
Nascer Todas as Manhãs «Apesar da idade, não me acostumar à vida. Vivê-la até ao derradeiro suspiro de credo na boca. Sempre pela primeira vez, com a mesma apetência, o mesmo espanto, a mesma aflição. Não consentir que ela se banalize nos sentidos e no entendimento. Esquecer em cada poente o do dia anterior. Saborear os frutos do quotidiano sem ter o gosto deles na memória. Nascer todas as manhãs.» Miguel Torga, in "Diário" -1982 Foto: Sistelo - Arcos de Valdevez  

A fonte que não o é

02.07.20, Olga Cardoso Pinto
A Fonte de Águas Santas que deu o nome à freguesia, na cidade da Maia. Esta fonte milenar encontra-se esquecida nas traseiras do casario que brotou, ao longo dos tempos, em frente à Igreja de Nossa Senhora do Ó. A sua origem perdeu-se na névoa dos séculos, permanecendo, no entanto, a igreja de influências românicas e a lenda que a tornou conhecida. Porém, a atual fonte já nada tem da anterior nascente que foi uma referência na localidade, tanto para os habitantes como para os (...)