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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Escrita e ilustração

19.10.20, Olga Cardoso Pinto
Sinopse do romance Mãe d'Água, da minha autoria, escrito ao longo de sete anos. Um romance baseado em pesquisas e na realidade infelizmente cada vez mais evidente, e com uma boa dose de ficção. O Mundo como o conhecemos, acabou! Num tempo em que Água Potável está a desaparecer e as graves alterações climáticas trazem à Humanidade o perigo da sua própria extinção, há uma nova ordem com um Governo Mundial - as populações são monitorizadas, o paradigma da civilização é (...)

Ser Criança

07.10.20, Olga Cardoso Pinto
Ser Criança ou Canto a tempos felizes Não há coisa mais bonita do que uma feliz lembrança De recordar momentos belos, de estar contente, de ser criança Num afago efusivo, da brincadeira sem fim, de uma ilusão inocente Recordar com ternura quando fomos pequena gente Dessa inocência feliz, por vezes mesmo do choro sentido Pois desnubla-se em breve o céu, após parecer tudo perdido Ah, que saudades tenho eu destes tempos de ingenuidade De voltar a ser pequenina, de ser pura (...)

Dia Mundial do Sonho

25.09.20, Olga Cardoso Pinto
Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim. Passou por outras margens, Diversas mais além, Naquelas várias viagens Que todo o rio tem. Chegou onde hoje habito A casa que hoje sou. Passa, se eu me medito; Se desperto, passou. E quem me sinto e morre No que me liga a mim Dorme onde o rio corre — Esse rio sem fim.   Fernando Pessoa, obra édita -1933  

Bem-vindo Outono!

23.09.20, Olga Cardoso Pinto
Tu chegaste envolto em neblina e chuva miúda, bateste na vidraça e eu admirei-te. Desta janela vejo a sucessão das estações, como num giratempo que num ápice muda tudo. E tu vens engalanado de tons quentes que contrastam com as novidades que trazes. Em breve tudo ficará sereno, em repouso a aguardar... mas a tranquilidade também é boa, assim posso te desfrutar.  

O meu Mar

21.09.20, Olga Cardoso Pinto
Nunca o mar me pareceu tão meu... Nesse adeus breve, nessa viagem tão próxima De uma memória infantil, de recomeços e chegadas No embalar das ondas, do espraiar descontraído Do teu cantar... Do teu cheiro a Mar...   Foto:  Praia do Lacém Mar: Cabanas / Cacela Velha  

Conto: A Primavera num Arco-Íris

2ª parte

25.08.20, Olga Cardoso Pinto
Para hoje cá vai a 2º parte do conto, continuando a história que foi iniciada semana passada. Aqui está a 1ª parte para quem não leu Boa leitura Bjs   ***        À medida que os humanos se afastavam, aproximavam-se os animais, das cidades e das localidades desertas de gente, talvez curiosos pela ausência humana, em vontades para explorar todo aquele mundo (...)

Conto: A Primavera num Arco-íris

1ª parte

17.08.20, Olga Cardoso Pinto
Hoje inicio a partilha do conto A Primavera num Arco-Íris do qual já tinha publicado a sinopse. Esta história ficcionada, foi inspirada e escrita em pleno confinamento. Ainda hesitei na sua composição, porém a tentação de criar foi mais forte. Deixei vaguear a imaginação para além das paredes de casa, dos pensamentos e dos sentimentos que me assolavam. Tive muito onde me (...)

Escrita e ilustração

Conto «A Primavera num Arco-Íris»

12.08.20, Olga Cardoso Pinto
Sinopse *** O mundo como o conhecemos transformou-se, obrigado a parar e a fechar-se por um vírus desconhecido que foi deixando à sua passagem um elevado número de infetados e mortos. O medo do contágio levou cidades inteiras a ficarem desertas de gente, algo impensável nestes nossos tempos modernos. O ano de 2020 viu a primavera desabrochar por dentro das vidraças das janelas e das varandas. Em família ou em solidão cada um recolhia-se, colocando em pausa a vida do atribulado (...)