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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Navegar

09.05.24, Olga Cardoso Pinto
    Construí um barco que me levaria num caminho líquido, Deslumbrante, estável e seguro Ninguém me disse que a viagem seria calma, Pois o mar nem sempre é assim Embarquei crente que a maré me levaria num embalo, Porém a tormenta sempre espreita Sopravam ventos favoráveis e o sol refletia um desejo Viajava feliz e incauta no espelho das águas  Ribombou no céu a tormenta levando-me para longe Fiquei perdida em alto-mar, sem rumo nem guia E surgiste tu salvando-me da vaga, da (...)

Dia da Mãe

05.05.24, Olga Cardoso Pinto
💝 Feliz Dia da Mãe 💝 Para todas as mulheres que fizeram de si ninho e esteio Que são leme e bússola  Pontos cardeais e chão firme A Estrela da Manhã e o farol Que são o mundo e o infinito    🌸  

19 anos felinos

09.04.24, Olga Cardoso Pinto
  🎂   A minha gatinha, a Cookie, completa hoje 19 anos! Um feito para um gato, desculpem, uma gata. É a nossa companheira desde os 5 meses, partilhando a sua vida com os "manos" que cresceram com ela. E, para festejar, hoje terá mimos a dobrar e este poema/estória que lhe é dedicado.    Cookie Rinhonha A Gata Cookie Rinhonha É uma doçura parecendo gente Sempre esbelta e nada panhonha Sem nunca ter usado pente À janela gosta de estar No seu ripanço felino Também gosta de (...)

Vens passear comigo?

03.04.24, Olga Cardoso Pinto
    Venham comigo nesta viagem. Trago-vos um pouco do Minho, dos caminhos e viagens por este "mundo" encantado das serras, do verde e do céu sem fim. Liguem ao mesmo tempo o vídeo e a música, nesta bela faixa de Nina June - When We Fall e deixem-se "cair de amores" por estes lugares.       

Dia Internacional do Livro Infantil

02.04.24, Olga Cardoso Pinto
Hoje celebra-se o Dia Internacional do Livro Infantil, a data escolhida por ser o dia de nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, em 1805. Como imagem escolhi o meu pequeno livro cheio de aventuras e desafios, escrito e ilustrado com muito carinho para todas as crianças que o possam apreciar. É uma aventura cheia de desafios, protagonizada por uma fada aprendiza e por um rapaz muito especial, unidos por uma ligação mágica entre dois mundos em perigo. O (...)

Um caminho para muitos destinos

01.04.24, Olga Cardoso Pinto
  Neste caminho há muitos destinos à espera... Muito azul sem ser de mar, Muita água sem ser de navegar. Há uma imensidão de campo, De sonhos que quero tanto, De tempo dado sem contrapartida, Reaver aquela joia dada como perdida, De altas serras, de prados sem fim... E ter-te sempre junto de mim, De uma nova vida, de liberdade a inspirar, Olhar contigo o caminho a nos enlaçar.       Fotos: recantos do meu querido Minho   Para ouvir, enquanto lê: Nina June - Moon over the Sun (...)

Dia do Pai

19.03.24, Olga Cardoso Pinto
Ao leme das suas jovens vidas, vai ele seguro, timoneiro e farol, nas ondas bravias do vasto caminho. Quando aporta no conforto dos abraços, descola da pele o sal da labuta e podemos ver-lhe a doçura do sorriso, do embalo ternurento, do beijo quente. Assim és Pai de homens feitos, para quem os teus olhos poisam descansando teu coração, esperançoso por vê-los irem tal como timoneiros e faróis.     Um b (...)

Novos Horizontes

20.02.24, Olga Cardoso Pinto
    A meus pés encontram-se novos caminhos, muitas distâncias, ainda, para calcorrear a teu lado. Muitos horizontes se podem abrir se aceitarmos esta preciosa dádiva, esta paz de espírito, esta inspiração. Ao teu lado necessito de ver a calmaria dos dias, a colheita em nossas mãos de horas a construir um retiro, onde aceitaremos a bondade do cosmos, do tempo e da vida. Novos horizontes se revelam, desde a esperança e o sonho para a liberdade, basta abrirmos as asas ao vento e (...)

Leituras: Microconto

O lenço dos Namorados

03.11.23, Olga Cardoso Pinto
  O ritmado da mão e da agulha no passajar, hipnotizava-a, tornava-lhe a mente dormente, aturdida para os ruídos exteriores, do cacarejar das galinhas e do zurrar dos burros. O bordado ia nascendo daquelas mãos pequenas de dedos curtos e arredondados, como um parto sem dor, todo ele florido. No aconchego do alvo linho, a jovem semeava belas flores coloridas. Torneadas filigranas de fio e seda, enroscavam-se na bordadura daquele lenço que ganhava sentimento e alma. Ana bordava (...)