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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Ilustração de histórias reais

09.09.20, Olga Cardoso Pinto
A Felicidade não me cabe no coração. Ela transborda do meu ser, enleando-se em todos aqueles que contigo partilham o Amor. Vai em volteados como um cordão umbilical enroscar-se em ti, nesse teu pequenino corpo, nessa alma pura e nesse coraçãozinho tão jovem. Aguardo para que possa balançar contigo neste baloiço da vida...   Com Amor para a Benedita    

Feliz Citação

31.08.20, Olga Cardoso Pinto
"No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida". Eça de Queiroz      

Conto: A Primavera num Arco-Íris

2ª parte

25.08.20, Olga Cardoso Pinto
Para hoje cá vai a 2º parte do conto, continuando a história que foi iniciada semana passada. Aqui está a 1ª parte para quem não leu Boa leitura Bjs   ***        À medida que os humanos se afastavam, aproximavam-se os animais, das cidades e das localidades desertas de gente, talvez curiosos pela ausência humana, em vontades para explorar todo aquele mundo (...)

Conto: A Primavera num Arco-íris

1ª parte

17.08.20, Olga Cardoso Pinto
Hoje inicio a partilha do conto A Primavera num Arco-Íris do qual já tinha publicado a sinopse. Esta história ficcionada, foi inspirada e escrita em pleno confinamento. Ainda hesitei na sua composição, porém a tentação de criar foi mais forte. Deixei vaguear a imaginação para além das paredes de casa, dos pensamentos e dos sentimentos que me assolavam. Tive muito onde me (...)

Escrita e ilustração

Conto «A Primavera num Arco-Íris»

12.08.20, Olga Cardoso Pinto
Sinopse *** O mundo como o conhecemos transformou-se, obrigado a parar e a fechar-se por um vírus desconhecido que foi deixando à sua passagem um elevado número de infetados e mortos. O medo do contágio levou cidades inteiras a ficarem desertas de gente, algo impensável nestes nossos tempos modernos. O ano de 2020 viu a primavera desabrochar por dentro das vidraças das janelas e das varandas. Em família ou em solidão cada um recolhia-se, colocando em pausa a vida do atribulado (...)

Despojos que iluminam a criatividade

15.04.20, Olga Cardoso Pinto
« Ao caminhar descendo e saindo do aglomerado da aldeia, a vista alonga-se num verdejante pasto onde se refastelam gordas vacas. Perto do termo do abraço florestal, em local mais soalheiro como num quadro bucólico, uma pequena casa em ruínas. Consegue-se, sem esforço, imaginar o fumo encaracolando vindo da chaminé, reinasse o estio, calor ou gelo, nesta moradia que ainda se ergue humilde na sua pequenez granítica. Outrora coroava-a um jardim repleto de flores coloridas, de pequenas (...)

Lá fora, aguardam-me

13.04.20, Olga Cardoso Pinto
«Aguarda-me a floresta, com os seus segredos e caminhos invisíveis aos olhares incautos. Esperam-me as fadas e seres alados inspiradores, os animais sábios e as enormes e pristinas árvores. Anseio respirar o seu perfume, os seus odores intemporais, ser levada para esse mundo inalterável, ancião, onde me sinto regressar às origens, nesse banho de verde e tons quentes onde a melodia dos pássaros e o cantar das levadas me despertam para a cura, para a vida renovada como num banho (...)

Leituras oferecidas

Contos III - Histórias de Uma Árvore

02.04.20, Olga Cardoso Pinto
A Natureza é uma imensa fonte de inspiração. Como ela me faz falta agora! Ficar em casa não é difícil, difícil é não poder caminhar pelas veredas verdejantes nestes tempos de Primavera, difícil é não poder sentir o odor a húmus, o adocicado perfume das árvores, das flores novas e das folhas, de ouvir a passarada numa cacofonia incessante. Embora possa caminhar perto de casa, que se situa na fronteira entre a cidade e a aldeia, o embrenhar-me na floresta, pelos caminhos (...)