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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Natureza como vitamina

11.03.21, Olga Cardoso Pinto
«Já sinto o odor da floresta, o perfume da Natureza. O trinar das aves ondula pelos meus ouvidos. A brisa fresca revolve as tenras folhas dos carvalhos e prende-se à madeixa dos meus cabelos, zombando da minha admiração pelo cenário que me cativa. O cantarolar da água desvia-me os sentidos, como é fresco e convidativo. Reparo no efeito da luz e das sombras, criam efeitos fantásticos, surreais, tentam a imaginação. Os raios de sol incidem numa clareira, onde brilha um imenso (...)

Um perfeito lugar

01.03.21, Olga Cardoso Pinto
  Vou-te contar uma história de um lindo lugar Onde o amor era o alimento E o beijo o respirar Senta-te aqui pertinho, bem juntinha perto de mim vou contar-te segredos onde o amor não tem fim Escuta bem atenta, com redobrada atenção Pois são confidências de mulher Esta que te fala ao coração Era uma vez um lugar Sem tempo nem idade Não era uma aldeia, vila ou cidade Era um cantinho perfeito De rufar constante e prazenteiro Onde se enleavam os sentimentos como flores num canteiro Germinav (...)

Tempo de Natal

15.12.20, Olga Cardoso Pinto
Ainda há tempo de Natal? Este será um Natal sui generis para o nosso tempo, pois haverá famílias que não celebrarão a consoada e o dia de Natal à mesma mesa, no mesmo local. Será um Natal peculiar certamente. Mas quantos Natais diferentes tivemos nas nossas vidas? Eu tive alguns. Atormentados, sem alento, sem alegrias…sem espírito de Natal. Logo, este Natal para mim, para a minha família será um Natal de celebração da vida, da união da família, não poderemos estar todos (...)

Há dias em tempos de pandemia...

19.11.20, Olga Cardoso Pinto
Há dias, muitos dias, transformados em semanas, meses que vivemos em pandemia. Há promessas, há desalento, desmotivação e desespero. Gostaria que houvesse mais notícias positivas, não para nos arrastar para uma realidade alternativa a fingir que está tudo bem, mas para que a expectativa não desaparecesse dos dias, do futuro, de todos nós – novos e velhos. Desejo que ainda haja palavras de regozijo, ações de alegria, elogio e apoio. Estes dias em tempos de pandemia não são (...)

Fotos do meu álbum

Caminhadas pela Natureza

12.11.20, Olga Cardoso Pinto
Foi um passeio retemperador pela manhã, a chuva não me ausentou de ti. Fui visitar-te e acolheste-me com o perfume do outono fresco que inunda as tuas vestes. Respirei fundo e deixei que este odor perfumasse a minha alma. Estavas ali, à minha espera, incólume, somente transformada pela estação, linda e convidativa. Assim, neste enlevo esqueci a vida, esqueci este quotidiano que me assombra, que me faz vacilar nas minhas escolhas e nos meus sonhos. Como tive saudades tuas! Saudades (...)

Conto: A Primavera num Arco-Íris

2ª parte

25.08.20, Olga Cardoso Pinto
Para hoje cá vai a 2º parte do conto, continuando a história que foi iniciada semana passada. Aqui está a 1ª parte para quem não leu Boa leitura Bjs   ***        À medida que os humanos se afastavam, aproximavam-se os animais, das cidades e das localidades desertas de gente, talvez curiosos pela ausência humana, em vontades para explorar todo aquele mundo (...)

Conto: A Primavera num Arco-íris

1ª parte

17.08.20, Olga Cardoso Pinto
Hoje inicio a partilha do conto A Primavera num Arco-Íris do qual já tinha publicado a sinopse. Esta história ficcionada, foi inspirada e escrita em pleno confinamento. Ainda hesitei na sua composição, porém a tentação de criar foi mais forte. Deixei vaguear a imaginação para além das paredes de casa, dos pensamentos e dos sentimentos que me assolavam. Tive muito onde me (...)

Escrita e ilustração

Conto «A Primavera num Arco-Íris»

12.08.20, Olga Cardoso Pinto
Sinopse *** O mundo como o conhecemos transformou-se, obrigado a parar e a fechar-se por um vírus desconhecido que foi deixando à sua passagem um elevado número de infetados e mortos. O medo do contágio levou cidades inteiras a ficarem desertas de gente, algo impensável nestes nossos tempos modernos. O ano de 2020 viu a primavera desabrochar por dentro das vidraças das janelas e das varandas. Em família ou em solidão cada um recolhia-se, colocando em pausa a vida do atribulado (...)

Inspiração

14.05.20, Olga Cardoso Pinto
Mais uma música maravilhosa, na nossa querida língua portuguesa. Os Rádio Macau: Cantiga de Amor, digam lá se não é tão bonito? Cantiga de Amor Rádio Macau Preferias que cantasse noutro tom Que te pintasse o mundo de outra cor Que te pusesse aos pés um mundo bom E que te jurasse amor, o eterno amor Querias que roubasse ao Sete-Estrelo A luz que te iluminasse o olhar Embalar-te nas ondas com desvelo Levar-te até à lua para dançar Que a lua está longe e mesmo assim Dançar (...)