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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Projetos com carinho

Ilustração decorativa

17.06.21, Olga Cardoso Pinto
Mais um projeto concluído para decoração. As aves e as flores são motivos lindíssimos, como inspiração para estes temas românticos ao estilo provençal. " Uma ave em pleno voo, trinando sobre o jardim, não sei se canta para ela ou se tem dó de mim."    

Um caminho

09.06.21, Olga Cardoso Pinto
Sentir Sinto-me presa, espartilhada Num longo destino que me leva ao nada   Sinto-me desmaterializar Na bruma dos dias de finais incertos Na corrida da vida ansiar Pelos sentimentos certos   Sou desequilibrada neste sentir Ansiando pelo que ainda é incerto vir   Cansada da luta Do frenético buliço Envolvo-me em mim Como num cortiço   Sem mantas nem tetos para me cobrir Apresento-me a este mundo e ao que há-de vir Pois pelo que sou não tenho pena nem dor Desenho a direito em (...)

Escrita ficcionada

26.05.21, Olga Cardoso Pinto
«O mundo vivia em tormento pela falta de água. O Norte da Europa e a América do Norte estavam debaixo de um frio intenso e prolongado que lhes congelara as suas reservas de água. Os países a sul da Europa, da América Central e do Sul, devido às longas secas viam os rios secarem em questões de dias e os aquíferos, grandes depósitos naturais de água potável, estavam stressados devido ao uso intensivo para a agricultura e indústria, outros já estavam contaminados com a (...)

Ilustrando sentimentos

20.05.21, Olga Cardoso Pinto
Projeto finalizado: O Sonho e a Liberdade vivem no meu peito Ilustração elaborada para a Susana, inspirada na sua personalidade e que adora borboletas e flores. «Liberdade, essa palavra que o Sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.» Cecília Meireles in Romanceiro da Inconfidência  

Escrita inspirada

14.05.21, Olga Cardoso Pinto
«Nabica voltou a acocorar-se e repetiu as fases para expulsar a criança. Tentou novamente e quando já estava prestes a sucumbir ao cansaço, a criança deixou o seu útero, mas nem um vagido ou grande choro se escutou. Dulce pegou na enfezada criança, alva como a cal. Os minúsculos braços pendiam tal como o seu corpo sem vida, quase cabia só numa mão de pequeno que era. Nabica recuperou as forças apercebendo-se que algo não estava bem. Ausinda trazia-lhe a primeira criança, já (...)

Um Reino Maravilhoso

11.05.21, Olga Cardoso Pinto
«Vou falar-lhes de um reino maravilhoso. Embora muitas pessoas digam que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo. O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade e o coração, depois, não hesite.» Miguel Torga