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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Ilustrando sentimentos

18.05.22, Olga Cardoso Pinto
"Ave que poisas na minha Alma, canta-me melodias de Esperança" Pormenor da ilustração Esperança, em papel glicée, dimensões 1,50m x 1,00m   Ilustração concebida em 2021. Em 2022 faz ainda mais sentido a composição e o texto.   "Não esperes por uma crise para descobrir o que é importante na tua vida." Platão    

Escrever em ficção a História

09.05.22, Olga Cardoso Pinto
«O velho templo de S. Salvador de Leza, no lugar de Recaredi, estava parcimoniosamente iluminado, as velas dos candelabros animavam o Cristo pregado na imensa cruz de madeira. As feições do Filho de Deus pareciam ganhar vida, o bruxulear das chamas das velas emprestavam luz e sombra ao rosto rígido talhado no lenho. Martinho tinha o olhar preso na imagem, como encantado, contemplava absorto tentando entender se Cristo lhe falaria. Talvez as horas de jejum e o completo silêncio (...)

A Nossa Língua

05.05.22, Olga Cardoso Pinto
Hoje é o Dia Internacional da Língua Portuguesa. A nossa Língua será das mais ricas do mundo, contendo tantas influências e heranças ao longo dos séculos que nos tornaram um povo tão cosmopolita. Temos tantas palavras de todas as línguas que se tornaram nesta nossa forma bela, rica e trabalhada de comunicar. Não há como a Língua Portuguesa para vociferar, insultar ou gracejar através de locuções atiradas aos tropeções pela boca, que não se deixam embrulhar em meias (...)

Projetos com carinho

Fadas e Fadinhas

17.03.22, Olga Cardoso Pinto
AS FADAS As fadas… eu creio nelas! Umas são moças e belas, Outras, velhas de pasmar… Umas vivem nos rochedos, Outras, pelos arvoredos, Outras, à beira do mar… Algumas em fonte fria Escondem-se, enquanto é dia, Saem só ao escurecer… Outras, debaixo da terra, Nas grutas verdes da serra, É que se vão esconder… O vestir… são tais riquezas, Que rainhas, nem princesas Nenhuma assim se vestiu! Porque as riquezas das fadas São sabidas, celebradas Por toda a gente que as viu… Quan (...)

O ponto de inflexão

11.03.22, Olga Cardoso Pinto
Há momentos da nossa vida em que somos forçados ou incentivados a mudar, por nossa vontade ou por vontade alheia. Existe sempre um ponto, neste percurso do nosso caminho, em que a alteração de comportamento, atitudes e ideias exigem que mudemos sob pena do percurso ser o errado. Em matemática este ponto chama-se Ponto de Inflexão. Assim como a matemática, a vida também tem o seu ponto de inflexão, o ponto da mudança, da melhoria, do retrocesso, do salto para a evolução ou o (...)

Feliz Citação

07.03.22, Olga Cardoso Pinto
"A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo." José Saramago    

Fotos do meu álbum

17.02.22, Olga Cardoso Pinto
Jardins do Palace Hotel do Bussaco, Coimbra. Um lugar lindo para se passear, fotografar e conhecer sem pressa, apreciando os jardins, ficar alojado no hotel que já foi palácio, localizado na bucólica mata assim como o Convento da Santa Cruz, a serra e os seus encantos vegetais e paisagísticos. O nosso país tem muito para desfrutar, rico em belezas naturais e em preciosidades arquitetónicas e históricas. Podem conhecer mais no site da Fundação Mata do Bussaco (...)

O fluir das estações

31.01.22, Olga Cardoso Pinto
Na alternância das estações vejo o fluir da vida. Sendo que não são iguais, cada uma tem um sentido diferente, com características únicas. Não há estações mais belas que outras, cada uma tem uma beleza particular, uma personalidade própria. O Verão é cheio de energia, cor, entusiasmo, despontam vontades de evasão e liberdade. O Outono é introspeção, de suspensão e pausa, de cores quentes e vontade de refúgio. O Inverno é aconchego, de contemplação, de pausa já a (...)

Ramifico-me

24.01.22, Olga Cardoso Pinto
Ramifico-me em mil tendões vegetais, em múltiplas veias de seiva fresca. Cada parte de mim espalha-se em perpétuos volteares, estendendo-se na procura de solo fértil. Uma gota de chuva é um oceano de vida, de proliferação, de energia. De mim já nada avisto, só os meus músculos, deles brotam finas folhas tenras. E avanço, avanço cada vez mais. Sem olhos, sem ouvidos ou boca, mas de sentimentos latentes na procura de ir, de continuar. Transponho os obstáculos, pedras, raízes, (...)