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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Os meus votos

num postal de Natal

24.12.25, Olga Cardoso Pinto
Os meus votos de Feliz Natal para quem me visita por aqui. Vivamos esta quadra com o verdadeiro espírito de Natal, em família, com o coração nos que estão presentes e naqueles que já partiram. Celebremos a união familiar, também das francas amizades, na fé de um mundo melhor, na esperança de sabermos viver em humanidade. Um abraço para todos. Feliz Natal    

O Inverno na serra

19.12.25, Olga Cardoso Pinto
    🍂   Entranho-me na rudeza do caminho, nestes tons naturais, no desmaio dos verdes e castanhos que embelezam a paisagem. A névoa embaça o longe que perto se estreita. Aqui o frio entranha-se na pele, sulcando a força do viver em cada ruga do rosto. Parar é condenar o corpo à dormência, a serra não permite quietude e a minha alma também não... Correm cheios os regatos e a seiva das árvores também, assim corre a vida, porém, o tempo abranda para contemplar tamanha (...)

Voando por aí

02.09.25, Olga Cardoso Pinto
    Nas asas de um passarinho fui divagar por aí fora Buscando a razão do caminho, quem sou e quem fui outrora Encontrei neste deambular um porto seguro, uma raiz Que me agarra e aquece, um cordão umbilical, feliz Só de pensar na empreitada do voar, de me agarrar À ave em que me tornei, de ser eu ao céu a me elevar Num voo de longa asa,  E tornar a casa...     Foto: pintura a acrílico sobre tela de um chapim-azul, mais um amiguinho que nos visita discretamente no jardim🌷    

Na tua mão

12.08.25, Olga Cardoso Pinto
Há todo um mundo lá fora Que te quer conhecer e ver-te voar Esse mundo não é o teu, manda-te embora Por seres inocente e livre de sonhar. Sê tu o mundo de alegria e realização  Teres a leveza da liberdade na palma da tua mão!   🌷  

O Cosmos

22.07.25, Olga Cardoso Pinto
O meu primeiro Cosmos floriu! Lindo! Estas flores são maravilhosas, enfeitam qualquer lugar, mesmo aquele canteiro pobre e sem graça.  O seu nome deriva do grego "kosmos" que significa harmonia e beleza, e é isto mesmo que traz ao nosso jardim na primavera e verão, pois adora sol e temperaturas quentes. Certamente, terá a companhia de outras que irão desabrochar, porém este adiantou-se para me presentear com uma enorme alegria para apreciá-lo e partilhá-lo com as abelhas que por (...)

Amiguinho

27.06.25, Olga Cardoso Pinto
O Zicky Ping Pong no seu soninho de beleza após tanto brincar... Foi salvo da morte certa por uma alma generosa que o trouxe para casa. O Miguel não ficou indiferente a este bebé de 1 mês que deambulava pela estrada, salvando-o de ser atropelado. Esteve internado para tratamentos e agora repousa, bem pertinho da vovó Cookie, para carregar energias para mais brincadeiras  ao longo do dia! É o nosso novo amiguinho que já ocupa um lugar (maior que ele) no nosso coração  Isto de (...)

Pela noite dentro

com o José da Xã

27.05.25, Olga Cardoso Pinto
  Ora cá está mais uma compilação de belas estórias, pela mão do meu querido amigo e escritor José da Xã É um gosto lê-lo seja de dia, pela tarde fora, mas pela noite dentro tem outro sabor. Um livro repleto de viagens à ruralidade, povoado de gentes e histórias de vida bem reais. Ao ler, pausa-se o tempo e a imaginação divaga para estes lugares e personagens, ansiando saber mais. O humor lá (...)

A Casa de Sobrado

Onde o tempo abranda

19.05.25, Olga Cardoso Pinto
      A vida tem as suas voltas, os seus caminhos muitos particulares, por vezes nem sabemos que um dia iremos trilhar  uma das suas veredas... É com imensa alegria que partilho o projeto familiar A Casa de Sobrado, uma casinha para desfrutar em férias e proporcionadora de bons momentos, para inspirar a ligação à natureza, recarregar de energia e à criatividade. Este é o nosso projeto (...)

Iluminar o apagão

30.04.25, Olga Cardoso Pinto
  Enquanto o mundo agitado fica lá fora, num apagão que faz revelar a fragilidade da vida moderna, o rio corre ligeiro num murmurejar energizante, a brisa sopra fazendo dançar as copas das altas árvores, as aves rasam a água fresca reconfortante, o zunir das abelhas azafamado em volta das flores silvestres que atapetam os caminhos, o sol brilha ali no firmamento azul...tudo está como deveria, como sempre foi, alheio à civilização que nos traz neste rodopiar constante entre (...)