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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Brindar ao novo ano

03.01.26, Olga Cardoso Pinto
Nada como entrar no novo ano com energia e vitamina C. As nossas laranjas são biológicas e muito doces, talvez o carinho e o cuidado que lhes dedicamos contribuam para estas qualidades.  Faço um brinde a 2026, e a todos que nos acompanhem nesta nova jornada, com um rico sumo de laranjas minhotas, made in A Casa de Sobrado

O Inverno na serra

19.12.25, Olga Cardoso Pinto
    🍂   Entranho-me na rudeza do caminho, nestes tons naturais, no desmaio dos verdes e castanhos que embelezam a paisagem. A névoa embaça o longe que perto se estreita. Aqui o frio entranha-se na pele, sulcando a força do viver em cada ruga do rosto. Parar é condenar o corpo à dormência, a serra não permite quietude e a minha alma também não... Correm cheios os regatos e a seiva das árvores também, assim corre a vida, porém, o tempo abranda para contemplar tamanha (...)

A iluminar o jardim

10.11.25, Olga Cardoso Pinto
A Lanterna-chinesa é um arbusto resiliente, de uma beleza intemporal que suporta frio e calor, mesmo o mais intenso. Originária do Brasil, ela prospera em ambiente de jardim onde possa desfrutar do sol e também da chuva. Este exemplar, conheci-o em tempos em que estava negligenciada, talvez tenha vinte anos ou mais, quase prestes a desaparecer, mas após um pouco de carinho e atenção, poda e cuidados, aqui está ela resplandecente e pronta para mais uns bons anos no jardim.  Apreci (...)

A reflexão do chá

20.10.25, Olga Cardoso Pinto
Desde algum tempo que a atualização do blog se demora. Não é por não querer partilhar, muito menos nada haver de interessante para publicar, é antes uma vontade de escrever algo que, certamente, será controverso para muitos,  ou não… também não me apetece acender a chama dos comentadores inflamados e das críticas, se estas forem construtivas aceito-as, se não, que vão para as urtigas. A causa deste desalento e ao mesmo tempo vontade danada de o fazer, é uma imensa (...)

Na tua mão

12.08.25, Olga Cardoso Pinto
Há todo um mundo lá fora Que te quer conhecer e ver-te voar Esse mundo não é o teu, manda-te embora Por seres inocente e livre de sonhar. Sê tu o mundo de alegria e realização  Teres a leveza da liberdade na palma da tua mão!   🌷  

O Cosmos

22.07.25, Olga Cardoso Pinto
O meu primeiro Cosmos floriu! Lindo! Estas flores são maravilhosas, enfeitam qualquer lugar, mesmo aquele canteiro pobre e sem graça.  O seu nome deriva do grego "kosmos" que significa harmonia e beleza, e é isto mesmo que traz ao nosso jardim na primavera e verão, pois adora sol e temperaturas quentes. Certamente, terá a companhia de outras que irão desabrochar, porém este adiantou-se para me presentear com uma enorme alegria para apreciá-lo e partilhá-lo com as abelhas que por (...)

Amiguinho

27.06.25, Olga Cardoso Pinto
O Zicky Ping Pong no seu soninho de beleza após tanto brincar... Foi salvo da morte certa por uma alma generosa que o trouxe para casa. O Miguel não ficou indiferente a este bebé de 1 mês que deambulava pela estrada, salvando-o de ser atropelado. Esteve internado para tratamentos e agora repousa, bem pertinho da vovó Cookie, para carregar energias para mais brincadeiras  ao longo do dia! É o nosso novo amiguinho que já ocupa um lugar (maior que ele) no nosso coração  Isto de (...)

A Casa de Sobrado

Onde o tempo abranda

19.05.25, Olga Cardoso Pinto
      A vida tem as suas voltas, os seus caminhos muitos particulares, por vezes nem sabemos que um dia iremos trilhar  uma das suas veredas... É com imensa alegria que partilho o projeto familiar A Casa de Sobrado, uma casinha para desfrutar em férias e proporcionadora de bons momentos, para inspirar a ligação à natureza, recarregar de energia e à criatividade. Este é o nosso projeto (...)

Não me esqueças

07.05.25, Olga Cardoso Pinto
  Os miosótis floriram beirando qualquer caminho, decorando todo o lugar, seja à beira rio ou num prado verdejante. São tão pequeninos, de frágil aparência, mas de inigualável beleza e perfeição. O azul celeste das pétalas contrasta com o amarelo da corola. Toda esta candura é envolvida pelo bouquet de cintilantes folhas verdes.  Nasceram livres, sem sementeira humana, somente a vontade de se propagarem, irem mais longe atapetando e singrando pelo espaço fora. Estes (...)