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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Feliz Citação

16.09.22, Olga Cardoso Pinto
"Observe com olhos brilhantes o mundo inteiro ao seu redor, porque os maiores segredos estão sempre escondidos nos lugares mais improváveis. Quem não acredita em magia nunca a encontrará."   Roald Dahl Roald Dahl - escritor britânico de obras infantis e para adultos, autor de “Charlie e a Fábrica de Chocolates”, “Matilda”; “Nunca cresças”, “Senhor Raposo” entre muitos outros. A magia de escrever um livro para crianças está na felicidade de as ver ler (...)

Somos todos lendas

03.09.22, Olga Cardoso Pinto
Conta uma lenda perdida nos milénios do tempo que havia uma mulher que se endeusou pela virtude de existir entre o mundo terreno e o mundo celestial, pois desejou muito gerar um filho só pelo amor de se dedicar ao seu cuidar. Essa mulher  tornou-se a ligação entre estes dois mundos  e continuou a existir, mesmo após a sua morte, pois transformou-se em árvore perpertuando-se assim a unir o que é terreno - pelas raízes - ao que é do céu - a copa - o entremeio  é dos humanos e (...)

Ainda há boas notícias

31.05.22, Olga Cardoso Pinto
Ainda há notícias boas, espetaculares, que nos enchem de curiosidade e orgulho, também. Notícias, que nos fazem ter esperança por haver ainda muito para descobrir e revelar nestes tempos estranhos do século XXI. A notícia a que me refiro é esta “Manuscrito original do Padre António Vieira descoberto em Roma vai ser editado”, p (...)

Ilustrando sentimentos

18.05.22, Olga Cardoso Pinto
"Ave que poisas na minha Alma, canta-me melodias de Esperança" Pormenor da ilustração Esperança, em papel glicée, dimensões 1,50m x 1,00m   Ilustração concebida em 2021. Em 2022 faz ainda mais sentido a composição e o texto.   "Não esperes por uma crise para descobrir o que é importante na tua vida." Platão    

Dia Mundial da Terra

22.04.22, Olga Cardoso Pinto
Hoje é o Dia Mundial da Terra, o nosso Lar. Como celebrar se há quem sofra por ter nascido num país invadido, despojado da sua dignidade, vida e esperança? A nossa Casa está em risco, não só pelos atentados que fazemos há anos ao nosso clima, às diferentes espécies que aqui coabitam connosco, ao equilíbrio de todo o ecossistema ao qual pertencemos, mas também pelas atrocidades que se cometem contra outros homens, mulheres e crianças só por terem nascido num país, numa (...)

Inspiração

Flores especiais

04.04.22, Olga Cardoso Pinto
Os jarros dos campos já floriram. Ao longo dos caminhos húmidos e ensombrados, somos presenteados por estas singelas e belas flores - os jarros brancos. Pela sua cor e aparência são conotados com a paz e tranquilidade, com a pureza e iluminação espiritual. A sua graciosidade inspira artistas de todos os tempos, em especial as flores nascidas espontaneamente por tantos lugares deste mundo. Que os jarros nos inspirem e iluminem para dias de serenidade e paz duradoura.    

Pai para sempre

19.03.22, Olga Cardoso Pinto
  Um Homem chamado Pai, Antes de ser chamado pelo seu nome pela criança que, embora não seja do seu ventre, é do seu coração, uma parte do seu ser, do seu sangue, carne e espírito, o seu legado para o futuro, a vida intensa do presente. Um Homem chamado Pai, de nome José, Jorge, Miguel e muitos nomes que enchem de amor, alegrias e saudades de filhos e filhas.  Um Homem chamado Pai, Papá, Daddy, Père... em tantas línguas por todo o Mundo e até no Céu. Coldplay: Daddy  

O que separa também une

18.03.22, Olga Cardoso Pinto
Uma ponte Uma ponte atravessa o caminho. Liga dois lados, dois caminhos, vários trajetos. Uma ponte permite-nos transpor para o outro lado sem perder de vista de onde viemos. Uma ponte permite atravessar um rio, um fosso, um hiato de espaço e tempo. Uma ponte pode ser física, imaginária, sentimental. Uma ponte pode ser gente, um coração e uma vontade.     Tears for Fears: Rivers of Mercy    

Histórias reais

15.03.22, Olga Cardoso Pinto
"Joaquim e Rosário tinham um filho que partira para a guerra. Numa mão levara a espingarda e na outra o cavaquinho e não voltara, ficara por lá, na Flandres como muitos da 4ª Infantaria, a valente Brigada do Minho. Certamente, morto num campo verde de esperança na vitória e manchado de sangue dos heróis, filhos de homens e mulheres que não sabem o que é a guerra, somente o que é a batalha da sobrevivência na labuta do amanhar a terra, do pastorear o gado, da expectativa da (...)