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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Ilustrando sentimentos

18.05.22, Olga Cardoso Pinto
"Ave que poisas na minha Alma, canta-me melodias de Esperança" Pormenor da ilustração Esperança, em papel glicée, dimensões 1,50m x 1,00m   Ilustração concebida em 2021. Em 2022 faz ainda mais sentido a composição e o texto.   "Não esperes por uma crise para descobrir o que é importante na tua vida." Platão    

Pai para sempre

19.03.22, Olga Cardoso Pinto
  Um Homem chamado Pai, Antes de ser chamado pelo seu nome pela criança que, embora não seja do seu ventre, é do seu coração, uma parte do seu ser, do seu sangue, carne e espírito, o seu legado para o futuro, a vida intensa do presente. Um Homem chamado Pai, de nome José, Jorge, Miguel e muitos nomes que enchem de amor, alegrias e saudades de filhos e filhas.  Um Homem chamado Pai, Papá, Daddy, Père... em tantas línguas por todo o Mundo e até no Céu. Coldplay: Daddy  

Projetos com carinho

Fadas e Fadinhas

17.03.22, Olga Cardoso Pinto
AS FADAS As fadas… eu creio nelas! Umas são moças e belas, Outras, velhas de pasmar… Umas vivem nos rochedos, Outras, pelos arvoredos, Outras, à beira do mar… Algumas em fonte fria Escondem-se, enquanto é dia, Saem só ao escurecer… Outras, debaixo da terra, Nas grutas verdes da serra, É que se vão esconder… O vestir… são tais riquezas, Que rainhas, nem princesas Nenhuma assim se vestiu! Porque as riquezas das fadas São sabidas, celebradas Por toda a gente que as viu… Quan (...)

Feliz Citação

07.03.22, Olga Cardoso Pinto
"A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo." José Saramago    

Ilustrando sentimentos

24.02.22, Olga Cardoso Pinto
Nunca a Humanidade teve tanto para prosperar, para banir a fome, as doenças e as guerras, como neste século XXI e, no entanto, a ambição de poder e domínio continua igual como em tempos tão longínquos em que a Humanidade desconhecia a luz do conhecimento e da evolução.