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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Confissão

26.02.25, Olga Cardoso Pinto
    Tenho no peito guardado um segredo por revelar, Fechado a sete chaves para ninguém conhecer. Pula e gira de felicidade sem o conseguir calar, Meu coração adoçado pelo amor que teima em crescer.   Sussurra sonetos belos de manhã até à noitinha, Conta-me belas estórias não me sentindo sozinha, Pipila feliz cá dentro, esta ave de arribação, Traz-me aos pulos no peito este inquieto coração!     Foto: pormenor de pintura a acrílico inspirada no Lenço dos Namorados.    

Fragrância cítrica

13.02.25, Olga Cardoso Pinto
    Uma fragrância tão fresca, pulula, evolando-se no ar Perfumando tudo envolve, desde o amanhecer até ao luar Que maravilha de aroma que atrai e satisfaz És frescura cítrica campestre que tão bem faz Tal perfume maravilhoso quero-o só para mim Sorvê-lo de um trago doce, deleitando-me contigo assim...      

Contemplação

29.01.25, Olga Cardoso Pinto
O Tempo passou por aqui, espreguiçou-se e deixou-se ficar para invernar placidamente, alheio ao mundo que teima em correr. É vê-lo a contemplar o correr do rio, escutando o cantar das aves, atento ao mais pequeno murmúrio da Natureza em pausa, numa sucessão de pinceladas de cor e mutáveis paisagens. Ficou aqui, em contemplação, suspenso no sopro da vida.     Foto: Rio Lima, Ponte da Barca  

Fotos do meu álbum

13.01.25, Olga Cardoso Pinto
  Fotografar gatos São imprevisíveis e adoráveis de serem fotografados, mesmo não sendo nossos. Este belo rapagão, gosta de ser fotografado e mal ouve o clic, vira-se logo para lhe vermos o olhar expressivo dos seus belos olhos azuis, que nesta primeira fotografia não apanhei, estava ali concentrado no seu banho matinal! Voltei a tentar e aí lá consegui agarrar a sua bela expressão felina de gatinho meigo. E assim ficou registado, num enquadramento rústico e rural, a beleza (...)

365 dádivas

06.01.25, Olga Cardoso Pinto
    Esperam-nos 365 oportunidades e outros tantos recomeços. Fazer de novo o que saiu de errado, ser melhor e mais feliz. Ter na alma a vontade de construir e elevar-se, tornar cada coração o berço do divino. Ser hera, volteando pelo sol, agarrada a pouco e ambicionar o alto... Esperam-nos 365 dias que podem ser de luz e serenidade, de boa vontade, de esperança. 365 dias que contagiem cada um de nós com estes bons sentimentos e ideais. Há lugar para o tempo fluir sem guerras e (...)

Contos de Natal 2024

Onde está o Menino?

23.12.24, Olga Cardoso Pinto
    Este ano, por andar ocupada com variadas tarefas, a minha inspiração fraquejava na hora de pensar no Conto de Natal, mas numa bela tarde de há poucos dias, a Diti, a minha neta de 4 anos, pôs-se a admirar o presépio e ... A Diti é mesmo a minha musa.   Onde está o Menino?   A estrela cruzou o céu, deixando um rasto de luz brilhando na escuridão do firmamento. O som que trouxe parecia o estalar de um chicote, seco, ribombando no silêncio da noite. As três silhuetas (...)

A beleza das flores

12.03.24, Olga Cardoso Pinto
  Há umas semanas fui ao horto e fiquei encantada com este arranjo floral a receber-nos mesmo à porta, como dando as boas-vindas a quem entrava e à próxima Primavera. Como o senhor Inverno ainda por cá anda (e como foram frios, nevados e chuvosos estes últimos dias!), partilho esta fotografia cheia de cor e de graça, como só as flores o sabem fazer. Boa semana   

Passarinhos

08.03.24, Olga Cardoso Pinto
Sabem como gosto de pintar passarinhos e não é que este se deixou fotografar? Posou para me inspirar a uma próxima composição, depois lá foi ele, sem se afastar muito, e fomos cada um para seu lado. Eu, feliz, pela sua gentileza em me deixar captar em fotografia a delicadeza e beleza de tão singular criatura. Não sei o nome, mas é lindo!   Votos de bom fim de semana, parece que será com muita chuva.    

Quartas de Contos

Avelina IV

06.03.24, Olga Cardoso Pinto
AVELINA (Continuação)   🍃   Avelina foi crescendo em graça, simpatia e doçura. Era uma criança meiga e prestativa, desde tenra idade ajudava os pais adotivos, porém, sempre que podia escapulia-se para a floresta, para o seu meio natural e originário, onde passava horas junto da aveleira que engrandecia a cada ano que passava. Celeste e António adoravam a criança que lhes fora confiada, um milagre escondido dos vizinhos, somente dizendo que era uma parente que tinha ficado (...)