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A Cor da Escrita

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

Páginas onde a ilustração e o desenho mancham de cor as letras nascidas em prosa ou em verso!

19 anos felinos

09.04.24, Olga Cardoso Pinto
  🎂   A minha gatinha, a Cookie, completa hoje 19 anos! Um feito para um gato, desculpem, uma gata. É a nossa companheira desde os 5 meses, partilhando a sua vida com os "manos" que cresceram com ela. E, para festejar, hoje terá mimos a dobrar e este poema/estória que lhe é dedicado.    Cookie Rinhonha A Gata Cookie Rinhonha É uma doçura parecendo gente Sempre esbelta e nada panhonha Sem nunca ter usado pente À janela gosta de estar No seu ripanço felino Também gosta de (...)

Vens passear comigo?

03.04.24, Olga Cardoso Pinto
    Venham comigo nesta viagem. Trago-vos um pouco do Minho, dos caminhos e viagens por este "mundo" encantado das serras, do verde e do céu sem fim. Liguem ao mesmo tempo o vídeo e a música, nesta bela faixa de Nina June - When We Fall e deixem-se "cair de amores" por estes lugares.       

Um caminho para muitos destinos

01.04.24, Olga Cardoso Pinto
  Neste caminho há muitos destinos à espera... Muito azul sem ser de mar, Muita água sem ser de navegar. Há uma imensidão de campo, De sonhos que quero tanto, De tempo dado sem contrapartida, Reaver aquela joia dada como perdida, De altas serras, de prados sem fim... E ter-te sempre junto de mim, De uma nova vida, de liberdade a inspirar, Olhar contigo o caminho a nos enlaçar.       Fotos: recantos do meu querido Minho   Para ouvir, enquanto lê: Nina June - Moon over the Sun (...)

Dia do Pai

19.03.24, Olga Cardoso Pinto
Ao leme das suas jovens vidas, vai ele seguro, timoneiro e farol, nas ondas bravias do vasto caminho. Quando aporta no conforto dos abraços, descola da pele o sal da labuta e podemos ver-lhe a doçura do sorriso, do embalo ternurento, do beijo quente. Assim és Pai de homens feitos, para quem os teus olhos poisam descansando teu coração, esperançoso por vê-los irem tal como timoneiros e faróis.     Um b (...)

A beleza das flores

12.03.24, Olga Cardoso Pinto
  Há umas semanas fui ao horto e fiquei encantada com este arranjo floral a receber-nos mesmo à porta, como dando as boas-vindas a quem entrava e à próxima Primavera. Como o senhor Inverno ainda por cá anda (e como foram frios, nevados e chuvosos estes últimos dias!), partilho esta fotografia cheia de cor e de graça, como só as flores o sabem fazer. Boa semana   

Passarinhos

08.03.24, Olga Cardoso Pinto
Sabem como gosto de pintar passarinhos e não é que este se deixou fotografar? Posou para me inspirar a uma próxima composição, depois lá foi ele, sem se afastar muito, e fomos cada um para seu lado. Eu, feliz, pela sua gentileza em me deixar captar em fotografia a delicadeza e beleza de tão singular criatura. Não sei o nome, mas é lindo!   Votos de bom fim de semana, parece que será com muita chuva.    

Quartas de Contos

Avelina IV

06.03.24, Olga Cardoso Pinto
AVELINA (Continuação)   🍃   Avelina foi crescendo em graça, simpatia e doçura. Era uma criança meiga e prestativa, desde tenra idade ajudava os pais adotivos, porém, sempre que podia escapulia-se para a floresta, para o seu meio natural e originário, onde passava horas junto da aveleira que engrandecia a cada ano que passava. Celeste e António adoravam a criança que lhes fora confiada, um milagre escondido dos vizinhos, somente dizendo que era uma parente que tinha ficado (...)

Viagem emocional

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

01.03.24, Olga Cardoso Pinto
  O Mosteiro, as suas ruínas e ainda a persistente igreja existente de Santa Maria das Júnias, nos arredores de Pitões das Júnias, em Montalegre, Vila Real, com acesso pelo Parque Nacional Peneda-Gerês, é um lugar místico. Situado num vale estreito, longe de populações e da modernidade, desafia as eras e o passar do tempo. Após uma caminhada não muito esforçada, mas que não é para todas as pernas, chegamos ao caminho empedrado que lhe dá acesso. Logo aí, preparamo-nos (...)

Quartas de Contos

Avelina III

28.02.24, Olga Cardoso Pinto
AVELINA (Continuação)   🍃   No tempo da aveleira ela deu os frutos, colhidos com tanto carinho pelas mãos calejadas que lhe ajeitaram a forma. As avelãs que gerou eram graúdas em tons de canela, vistosas, dando à árvore um orgulho vegetal, competindo com os castanheiros que exibiam os ouriços prenhes de gordas castanhas luzidias. Muitas avelãs foram deixadas, para os pássaros, para enriquecer o solo e para colheita tardia. Assim, enfeitada de frutos e rubras folhas, (...)

Fotos do meu álbum

Natus Vincere

27.02.24, Olga Cardoso Pinto
  A escolha do subtítulo para este post Natus Vincere (Nascido para Vencer) é bem aplicado para a Natureza que determinadamente se refaz, que tudo invade, embelezando os escombros esquecidos dos despojos dos Humanos. Cobre de delicados rebentos florais e fofos musgos o que de robusto teve a vida dos Homens, as suas construções, a sua presença e o seu domínio. Os Humanos partem e a Natureza retorna ainda mais enérgica, pulsante de vida e força.